Upload

Log in to follow creators, like videos, and view comments.

eh-background

Create effects

See more
© 2023 TikTok

aspensadoras

As Pensadoras

17Following
154Followers
1040Likes

👩🏻‍🏫Escola ✍️Editora 📚Livraria 🌎Comunidade 🎓Mais de 14.000 alunas

Agora você pode estudar Feminismo Decolonial, n’As Pensadoras

Como conta a professora Susana de Castro Amaral Vieira, responsável por ministrar o curso Feminismo Decolonial, no mês de maio, na Escola As Pensadoras, o debate sobre o tema é essencial para avançarmos no combate as desigualdades de gênero:

“somente uma corrente feminista comprometida com o avanço de todas as lutas sociais pode efetivamente impactar na mudança social necessária para o fim da violência de gênero”, afirma a professora.

“Vou começar apresentando a noção não biológica de mestiçagem de Gloria Anzaldúa. Trabalharei também com a noção de ‘el mundo al revés’ de Silvia Cusicanqui, e finalmente a importância da história afro-indígena no Brasil, a partir da obra de Manuela Carneiro da Cunha e Lélia González.”

O curso começa no dia 5 de maio e ocorrerá ao longo do mês. As aulas são online pela plataforma Google Meet e acontecem às sextas-feiras à noite e nos sábados pela manhã.

🎓 Todos os participantes recebem certificado de 20h pela Escola As Pensadoras.

É possível acompanhar as aulas ao vivo, de forma síncrona, ou as gravações, de forma assíncrona, por até 12 meses, período em que as aulas ficam disponíveis após o fim do curso.

Saiba mais no link da bio.

#aspensadoras #curso #estudosfeministas #feminismodecolonial #leliagonzalez #manuelacarneirodacunha #silviacusicanqui #glorianzaldua #susanadecastro
No próximo dia 12 de agosto completa 40 anos da morte da líder sindical Margarida Alves, assassinada brutalmente em sua casa com um tiro no rosto. O crime foi encomendado por latifundiários da região de Alagoa Grande, na Paraíba. Mais de três meses antes, no dia 1º de maio daquele ano, Margarida falou em seu discurso do Dia do Trabalhador “Porque entendo que é melhor morrer na luta do que morrer de fome”. Ela tinha 50 anos recém completados quando foi morta, 12 anos desses dedicados à presidência do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande. Os criminosos envolvidos no crime nunca pagaram pelos seus atos.

Margarida Alves lutou pelos direitos e por melhores condições de trabalho de suas companheiras e seus companheiros que trabalhavam nas usinas da região, lutou também contra a violência no campo, pelo fim da exploração dos camponeses e pela reforma agrária. O que Margarida queria era que os trabalhadores do campo tivessem os mesmos direitos trabalhistas dos empregados urbanos como, carteira assinada, décimo terceiro, direito das trabalhadoras e dos trabalhadores de cultivar suas terras, a educação para seus filhos e filhas e o fim do trabalho infantil no corte de cana. A sindicalista movia mais de cem ações trabalhistas contra a Usina Tanques – a maior do estado da Paraíba naquela época.

Ela também lutava e denunciava sobre os casos de agressões sexuais cometidos pelos patrões contra as mulheres camponesas e suas filhas na região, o que incomodava e muito os fazendeiros. Margarida era a mais nova de uma família de nove filhos, e desde a infância já sofria na pele com a exploração e desigualdade social, tendo vivenciado com a família a expulsão de suas terras.

A sindicalista deixou um importante legado no nosso país, seja na luta do campo ou na luta das mulheres.

📚✨🎬

coordenação @cassiafilo
redação @fernandnapaula
audiovisual @euoliviacaetano

apoio
@binepaolin
@da_nubio
@kikasimone
@roselaine685

#margaridaalves #movimentomulherestrabalhadorasdobrejo #paraiba #mulheresdahistoria #diadotrabalhador #lutasindical
Get TikTok App